Cultura canina

.. ou possivelmente cultura e cães. A palavra-chave é cultura – no sentido que usamos da cultura de um país, a cultura em um local de trabalho ou em uma família. E é a cultura de uma casa onde há um cachorro que interessa neste post em particular.

eu já tenho esquecido, mesmo que tenha se passado apenas alguns dias, o que vi ou li que me fez pensar naquela palavra em particular cultura e que eu deveria começar a usá-lo quando se trata de cães.

Meus pensamentos também é ter uma palavra que preencha e amplie a palavra abordagem, precisamente na questão de como ter (e obviamente – relaciona-se com) cachorro. Atitude é uma coisa, cultura é como você vive sua abordagem. Essa é a ideia.

Se alguém tiver perdi, meu cérebro é bastante teórico e filosófico. Palavras são importantes – como usá-los e talvez mais importante, como interpretar as palavras dos outros. Quando comecei este blog, demorei um pouco para encontrar a linguagem para o que queria transmitir. Agora parece que estou em algum tipo de mudança novamente. Não quando se trata de minhas opiniões ou de como eu me relaciono com os cães, a cultura que tenho aqui em casa e assim por diante. Mas justamente quando se trata de como me expresso sobre isso, algo parece estar acontecendo na minha cabeça.

Uma coisa eu gosto sobre o conceito de cultura é que sempre há espaço para mudança. Já disse muitas vezes que estou longe de ser perfeito, embora eu tenha opiniões muito firmes. Mas dentro da minha própria cultura posso e quero ter a liberdade de desenvolver, aprender coisas novas, encontrar novas maneiras de lidar com os cães com quem tenho o privilégio de passar tempo. E é exatamente isso como estar com cachorros, que é de alguma forma a cultura canina, ou a cultura em torno dos relacionamentos que você tem com cães.

Uma das razões ao facto de gostar da palavra cultura neste contexto é precisamente a de mudança. É só que eu não acredito em nenhuma verdade de uma vez, independentemente do contexto. Por exemplo, nunca me ocorreria comprar uma religião como um todo, conceito acabado. Eu realmente não compro política sem questionar. Nem mesmo pesquisa (não importa o que aconteça) vai para minha casa sem ceticismo.

eu pertenço a isso grupo de pessoas que escolhem peças aqui e ali e moldam minha própria verdade, isso funciona para mim. E é isso que a palavra cultura significa para mim – amálgama de ideias que então se transformam em desenvolvimento e mudança.

Infelizmente isso acontece aqui que às vezes posso achar um pouco difícil pegar quem compra verdades sem pensar e questionar, seriamente. Eu defendo isso.

E falando sobre que homem (ler; Eu) aprender e como desenvolver – algo que eu já sabia, mas não tinha colocado em prática quando trouxe Boyo para casa, era que dois cães da mesma raça nunca são o mesmo cão. Aquilo é; Ella e Boyo são pastores, mas tão extremamente diferentes que não é possível tratá-los da mesma maneira.

eu fui forçado pensar e aprender muito sobre Boyo e os outros cães com quem passei desde que Ella me deixou. O que aliás me faz perceber, assim em retrospecto, que o consultor anfitrião de forragens que disse que os cães das Forças Armadas são cães de elite, certamente não foi exagero. E Ella precisava de uma cultura completamente diferente da de Boyo.

 

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